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CINE QUA NON
Bilingual Arts Magazine

{ Changing ART(icles) }

A Cine Qua Non é uma revista de artes do Centro de Estudos Anglísticos da Universidade de Lisboa (CEAUL) construída por movimentos escritos que cruzam reflexões, críticas ou ensaios, movimentos que relacionam a música às artes plásticas, a dança ao teatro, o cinema à literatura. Sem aspirações temáticas, esta publicação tem como objectivo oferecer aos seus leitores uma abordagem editorial única que junta artistas, investigadores e docentes que se manifestam em textos de natureza diferenciada sobre as mais diversas formas e expressões artísticas. A Cine Qua Non é, desde o seu primeiro número impresso, uma revista totalmente bilingue (português/inglês) e apresenta-se em dois formatos: uma versão online e uma versão impressa.
                                  
Direcção | Ana Luísa Valdeira
Coordenação Editorial | Madalena Manzoni Palmeirim
Aconselhamento Editorial | Isabel Fernandes
Projecto Gráfico | Catarina Vasconcelos | Margarida Rêgo
Edição de Texto e Revisão | Margarida Vale de Gato                

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{ Diferentes Mundos, Diferentes Artes // ana luísa valdeira da silva }

“Nenhum homem é uma ilha”, disse o poeta John Donne que Hemingway citou. Também nenhuma ideia cresce sozinha. E por isso fiz do meu, o sonho da Madalena, e juntas criámos a Cine Qua Non, uma revista de artes bilingue (português /inglês) que agora pertence ao Centro de Estudos Anglísticos da Universidade de Lisboa. Da mesma forma que prossegui com a minha ideia-sonho, partilhando-a, partilho também aqui convosco o que juntas concretizámos. 
A história do título começa quando termina a nossa licenciatura em Artes do Espectáculo. De Amesterdão, onde concluímos o último semestre, importámos o nome de uma loja de cinema, Cine Qua Non com C. E querendo dar vida à expressão original em latim com S, ligámos o primeiro vocábulo, Cine, ao movimento. Juntando o Qua e o Non, ficou o movimento sem o qual nada se muda
As páginas da revista começam por movimentos exteriores de textos que chegam de outras paragens, reflexões por fora, histórias de lá para cá, contadas sobretudo por investigadores ou artistas estrangeiros. Depois há movimentos académicos de textos que são estudos de quem ensaia as artes. Uma secção mais respeitadora dos padrões ensaísticos universitários, mas nem por isso muito “engravatada”. Depois há movimentos interiores de textos escritos por cá, reflexões por dentro de quem pensa o que se passa aqui ou de quem cria em Portugal. E, finalmente, há movimentos constantes de quem escreve sempre, de número em número, no seu próprio espaço. A coluna Quid Juris, ligando o direito às artes, escrita pelo Pedro Ramos Almeida. E a coluna Spoiler, escrita por Jorge Vaz Nande, que fecha a revista, cruzando, de uma forma muito humorada, o cinema e a cultura popular. 
Se a Faculdade de Letras tem vindo a alimentar o meu espírito crítico, dos anos que passei no Instituto Superior Técnico ficou esta energia cinética que não me deixa em repouso. Foi assim que se construiu o nosso primeiro impulso. Foi a força de mudar. A força de agir. Desde logo pelo título, ligado ao objecto e ao objectivo, que não quisemos nada estático nem inerte, mas cinemático e dinâmico. Onde todas as artes vão cabendo, mais ou menos intersectadas. É uma revista com um apetite omnívoro. E por muito paradoxal que vos possa parecer, é isso que lhe dá coerência, privilegiando um conjunto de textos de carácter único. Sempre percorrendo caminhos de um espaço que se quer plural, atravessamos fronteiras, chegando a um público muito mais vasto
Quisemos uma revista que fosse tremendamente inteligente, atentamente inovadora, caprichosamente divertida e que rapidamente despertasse a curiosidade. E isto tudo apresentado num invulgar e elegante objecto de design
Viajando por diferentes mundos e diferentes artes, perdemos a noção das distâncias e das curvas dos grandes caminhos, estamos constantemente em movimento, e sempre à procura de novas paragens. Levámos, muito para lá dos textos e dos mapas, esta nossa revista Cine Qua Non. Um sonho agora feito papel.

TEDx Lisboa 2010

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